A maior frustração recente de Tcheco foi não jogar
as finais da Copa do Brasil(Foto: Divulgação/Coritiba)
Durante o pronunciamento de despedida dos gramados, Tcheco relembrou de três momentos marcantes na carreira dele: no início, no meio e na reta final. A alegria está representada na assinatura do primeiro contrato profissional, com o Malutrom. De resto, destacou a frustação de perder três títulos importantes: uma Libertadores, pelo Grêmio, e duas Copas do Brasil, pelo Coritiba.
A mais recente foi não ter participado das duas últimas finalíssimas da Copa do Brasil, realizadas em 2011 e 2012, no estádio Couto Pereira. A decisão foi técnica, motivada na hora de montar o time. Apesar da mágoa, Tcheco não culpa o treinador Marcelo Oliveira.
- Uma das minhas frustrações no futebol - e não tem nada a ver com o treinador Marcelo Oliveira, mas uma coisa particular – foi não ter jogado as duas última finais da Copa do Brasil, do ano passado e agora, no Couto Pereira. Não estou falando que mudaria o resultado ou que seria campeão. Foram as duas únicas decisões que não disputei na minha carreira, justamente em um momento muito importante na minha vida. Mas tenho que ter respeito aos outros jogadores e a decisão do treinador - ressalta.
A outra competição que marcou negativamente a memória do novo dirigente, mas que ele faz questão de destacar, foi a derrota do Grêmio na Taça Libertadores da América, em 2005. Após passar por São Paulo e Santos, o então capitão gremista não conseguiu erguer o título sulamericano.
- A tristeza também é marcante. O que fica na minha mente é o primeiro título que perdi no Grêmio. Disputei 18 títulos e ganhei doze. Foi uma média muito boa, ainda mais para o jeito que o futebol é. Mas aquele que perdi no Grêmio a Libertadores. A reação de tristeza e desânimo dos torcedores fica marcado também. Assim como ficou marcado a última no Couto Pereira.
O ponto alto na carreira de Tcheco foi quando ele assinou o primeiro contrato profissional, com o Malutron.
- Acho que um momento marcante, mas que não parece ser muito interessante, foi quando assinei o meu primeiro contrato como profissional. O jogador só sonha, mas não imagina o que vem pela frente. Primeiro tem que chegar em uma grande equipe e depois se manter.